IMPORTÂNCIA DA ORGANIZAÇÃO FINANCEIRA PESSOAL

Para crescer profissionalmente e ter tranquilidade no futuro, é preciso organizar as finanças pessoais. Isto porque, quem não faz um uso racional do dinheiro geralmente tende a se endividar e, como consequência, perde oportunidade na hora de conquistar alguns objetivos, como comprar um bem relevante, investir na própria formação ou fazer uma viagem, por exemplo.
Ter um orçamento equilibrado e recursos de sobra requer conhecimento sobre finanças, planejamento e disciplina. Esses são os três ingredientes essenciais para alcançar o que se busca sem ter que se endividar para isso.
Portanto, ter organização financeira pessoal é um requisito para uma vida saudável, sem o estresse que surge quando se tem dívidas em excesso e não se consegue pagar as contas, além de garantir um futuro tranquilo.
Além disso, o controle das finanças é uma condição para que a pessoa possa formar um patrimônio ao longo da vida.
Basta “profissionalizar” a gestão financeira pessoal, fazendo um levantamento da receita e despesas e criar um diagnóstico da situação. A partir daí é possível criar um orçamento para planejar o uso do dinheiro, o que facilita perceber quando algo saiu fora do previsto.
Mas veja bem, consumo e despesas não são investimento. O ideal é você dividir seu orçamento em três partes de forma que o dinheiro dê para todas elas, sendo: despesas, consumo e investimento.
Com boa organização é possível ter dinheiro para tudo, basta não gastar mais do que ganha. É muito prazeroso perceber que após pagar as despesas mensais e se dar ao luxo de alguns consumos supérfluos, ainda ter uma sobra para investir. Este investir pode ser a aquisição de um imóvel, aplicação em instituições financeiras, ou até mesmo um curso.
Tenha em mente que a organização financeira pessoal deve se manter no decorrer da vida e não em períodos específicos. Ou seja, ser uma pessoa bem sucedida financeiramente pressupõe que você tem o hábito de controlar seus gastos e sempre investir o excedente. Não tem como dar errado. Experimente!

TREINAR A EQUIPE É ESSENCIAL, MAS MEDIR O RESULTADO É OBRIGATÓRIO

Se você já se pegou pensando em como alavancar suas vendas, melhorar a qualidade do seu atendimento ou conseguir engajamento dos colaboradores, já deve ter cogitado em algum momento oferecer um treinamento para a equipe.

Equipes treinadas com certeza terão resultados mais expressivos do que equipes sem um direcionamento e capacitação. A primeira pergunta que vem é: Como fazer isso?

Contratar uma consultoria externa? A empresa tem RH específico para aplicar o treinamento? O líder que vai passar o treinamento? Presencial ou EAD?

Independente da quem irá aplicar, a primeira atitude a ser tomada e que pode economizar milhares de Reais (ou desperdiçar se não for bem feito), é o levantamento das necessidades.

Por que precisamos ter esse treinamento? O que se quer melhorar, corrigir ou aprimorar? Que resultados esperamos alcançar? Essas e outras perguntas vão nortear o conteúdo que o treinamento precisar ter.

Feito isso, cria-se o treinamento, ele é aplicado, parece que as coisas estão melhorando, e é aí que 87% das empresas, segundo pesquisa da PwC, não fazem o dever de casa, que é mensurar os resultados que o treinamento trouxe.

A primeira coisa que poderia ser feita é a aplicação de um teste para medir e avaliar o quanto do conteúdo foi assimilado. Outra ação simples é medir os resultados de quem participou do treinamento e comparar com quem ainda não fez.

Nos meses seguintes ao treinamento, as vendas aumentaram ? Foi impacto do treinamento? O que foi criado ou modificado na empresa após o treinamento?

Sem acompanhamento dos resultados e sem que consigamos enxergar o resultado prático, já podemos dizer que surtiu muito pouco efeito e poderia ter sido melhor aproveitado.

Por isso, antes do próximo treinamento, pense também em como medir efetivamente as ações que ele trará.

TRAÇOS DE IMPRODUTIVIDADE PARA OS QUAIS A EMPRESA DEVE FICAR ATENTA

Para que uma “maçã podre” não estrague as demais, é preciso verificar de forma rápida numa equipe se há algum colaborador pouco produtivo. Mas não é difícil detectar as pessoas com este perfil, pois de um modo geral elas têm algumas atitudes recorrentes:

1. Reclamar
Reclamar de tudo e o tempo inteiro pode ser um sinal de que o profissional não tem vontade de agir e resolver a situação. É mais fácil reclamar do que ser produtivo.

2. Dar desculpas
Uma ou outra talvez passe despercebida — o que não significa que seja recomendada. Mas pessoas que dão desculpas constantemente possuem um problema e a situação pode fugir do controle rapidamente.

3. Adiar as obrigações
Aliado às desculpas, o hábito de procrastinar regularmente é extremamente nocivo para a produtividade. Funcionários que adiam demais as obrigações acabam fazendo apenas o mínimo possível.

4. Passar tudo pelo chefe
Resolução de problemas, criatividade e independência são pontos-chave da rotina de alguém produtivo. A necessidade de passar tudo pelo crivo da chefia pode representar um desinteresse em dominar a tarefa e efetuá-la corretamente.

5. Se importar apenas em receber os créditos
Funcionários que só são produtivos quando visam algum reconhecimento, na verdade, não mostram um grande interesse pelo trabalho e apenas fazem o necessário para passarem a impressão de produtividade.

6. Não evoluem 
Ser produtivo envolve aprender novas habilidades, estar motivado e em constante evolução no trabalho. Não adianta fazer o necessário e se acomodar em suas atribuições. Produtividade exige crescimento.

ERROS QUE DEVEM SER EVITADOS PELO GESTOR DA SUA EMPRESA

Ser gestor de uma empresa não é tarefa para qualquer um. O cargo exige dedicação, conhecimento e muito jogo de cintura. Mas existem alguns erros que, por acontecer com uma certa frequência, poderiam ser evitados.

Um deles é achar que os colaboradores não conseguem lidar com a verdade em momentos de crise. É melhor explicar de forma clara o que está acontecendo, apontando o que pode ser melhorado e incentivando a busca por bons resultados. Esta relação de confiança deixa a equipe mais fortalecida

Gestores que não assumem seus próprios erros é um problema grave. Quando uma equipe percebe que o seu líder fica sempre passando a culpa para outra pessoa, como o seu superior, é muito pior. Os colaboradores deixam de acreditar no profissional, que mesmo que tenha realizado feitos positivos para a organização, passa a ter uma imagem manchada no seu ambiente de trabalho.

 Aquele gestor que também dá a entender para o colaborador que ele tem sorte de estar empregado também não propicia um bom ambiente de produtividade. Isto porque, trabalhar com qualidade e entregar bons resultados é o que garante a permanência de todo profissional nas empresas. Essa é uma vitória conquistada pelo colaborador, não uma questão de sorte.

Outro ponto que pode ser melhorado é não fazer reuniões em excesso. É importante ter um grupo unido, que esteja em sincronia, mas todas as decisões não precisam ser tomadas em uma quase assembleia.

Em tempos de crise as empresas tendem a diminuir suas vendas e a atitude mais comum dos gestores é dispensar colaboradores. Com certeza apenas os mais aptos e ágeis permanecerão, mas é necessário tomar cuidado para não sobrecarregar os que ficam. Faça uma redistribuição das tarefas, determine as prioridades e, se possível, passe os trabalhos menos importantes para terceirizados. Mantenha boas condições de trabalho para os colaboradores que continuam com você.

ADMINISTRAR BEM O TEMPO É SINÔNIMO DE CRESCIMENTO

Quem é empreendedor sabe da importância da boa administração do tempo de sua equipe para melhorar a produtividade.

Porém, como anda a administração do seu tempo? Um líder focado e organizado, além de dar exemplo e ritmo para seus subordinados, terá uma melhor qualidade de vida e produtividade na empresa.

Uma situação extremamente estressante é ter a sensação de que o seu dia não rende e que você fica ocupado o dia inteiro, mas sem atingir os resultados programados.

Muitas vezes isso tem a ver com a personalidade da própria pessoa que ao longo da vida procrastina ações, ou seja, adia tomada de decisões e atos. Para mudar esta característica é preciso muito esforço e disciplina, já que envolve mudança completa de atitude diante de tudo e de pequenas decisões do dia a dia.

Já se o seu caso não se incluir na procrastinação, talvez 3 perguntas simples e objetivas possam melhorar muito as coisas para você. Basta se perguntar diariamente antes de começar a realizar as tarefas.

Pergunte a si mesmo:

1)Isto precisa ser feito?

2)Isto precisa ser feito agora?

3)Isto precisa ser feito por mim?

 

Com atenção plena para responder essas perguntas você estará traçando estratégias, definindo prioridades e finalmente delegando para sua equipe o que precisa ser feito. Com isto sobrará tempo para “pensar”  sua empresa e não apenas ficar diariamente envolvido com pequenos problemas que seus colaboradores podem plenamente resolver.

Ou seja, esta é a forma mais rápida de alcançar o crescimento de seu empreendimento.

Mãos à obra!