DESAFIOS E OPORTUNIDADES PARA AS PEQUENAS EMPRESAS

Não é possível criar uma empresa grande do dia para a noite. A não ser que esta empresa já nasça atrelado a algum grupo econômico forte e estabelecido.
O empreendedor tem que ter paciência, pois começamos como uma pequena empresa em um processo que pode ser “rápido” se o mercado explorado for realmente inovador, ou “lento” se o mercado explorado for um que tiver com suas gigantes estabelecidas. A primeira coisa a se fazer é enxergar uma oportunidade de mercado em qualquer uma das situações, explorá-la, descobrir onde as concorrentes falham, onde elas faltam com seus clientes e supri-los.
Mesmo as grandes organizações, com produtos diversificados e poderosos canais de distribuição, têm dificuldades para atender a todos os públicos. Em mercados competitivos sempre haverá nichos deixados por grandes empresas.
O empreendedor precisa ficar atento a uma outra questão: uma ideia de negócio não é propriamente uma oportunidade de negócio. Uma ideia torna-se oportunidade quando identifica uma real necessidade de mercado que possua um público em potencial.
Uma oportunidade também tem seu tempo, isto é, seu momento correto. Por exemplo, um produto que num primeiro momento traduz o aproveitamento de uma grande oportunidade, um ano depois pode estar ultrapassado e não ser mais lembrado pelos consumidores.
Por isso a pequena empresa tem de estar sempre se reciclando, e isto é uma vantagem dos pequenos, por terem uma estrutura mais leve e dinâmica. Logo no início da Microsoft Bill Gates já dizia que o que ele mais temia não era o grande concorrente, mas sim o pequeno que estava sendo criado em alguma garagem de casa.
Portanto, mãos à obra. Dê o melhor da sua competência para aproveitar e desenvolver as oportunidades que surgem diariamente.

ESTÁGIO E MENOR APRENDIZ: ENTENDA AS DIFERENÇAS DE CONTRATAÇÃO

É muito comum empresários confundirem os regimes de menor aprendiz e estágio, ainda que o primeiro seja regulado pela CLT e o segundo pela lei nº11.788/2008. Isso ocorre porque os dois modelos visam à aquisição de experiência profissional e devem respeitar as horas de estudo do colaborador.

Contudo, para efeitos jurídicos, o jovem aprendiz e o estagiário encontram-se em situações completamente distintas.

Enquanto o estágio tem o objetivo de preparar o aluno para o mercado de trabalho, sendo parte do currículo ou uma atividade complementar do curso, o aprendiz é o profissional inserido em programa de aprendizagem.

Ou seja, por esta primeira diferença básica de conceito, o estagiário não gera vínculo empregatício e o aprendiz segue as regras da CLT com algumas modificações.

A relação de estágio não exige a anotação na carteira de trabalho. O vínculo, os direitos e os deveres das partes são documentados em um termo de compromisso.

Para o contrato de Estágio ser válido e não caracterizar vínculo de emprego é necessário que o estudante esteja regularmente matriculado no Ensino Médio, Técnico ou Universitário; é preciso ter convênio com a escola e firmar um termo de compromisso; as atividades de estágio não podem conflitar com o horário escolar; ter um Seguro de Acidentes Pessoais, além de várias outras providências que a CENTRALESTAGIO.COM cuida para as empresas parceiras.

E por não ter vínculo empregatício os direitos dos estagiários são os seguintes: Bolsa Auxílio, Auxílio Transporte, Recesso e Seguro de Acidentes Pessoais.

Já os requisitos para formação do contrato de menor aprendiz são anotação na CTPS; matrícula em programa de aprendizagem orientado por entidade de formação técnico-profissional metódica (escolas técnicas ou profissionalizantes); preenchimento de avaliações, além de outras exigências específicas do vínculo criado.

O estágio pode ser concedido a qualquer pessoa com mais de 16 anos, ao passo que o regime de menor aprendiz contempla pessoas de 14 a 24 anos. Em ambos os casos, o contrato tem o limite máximo de 2 anos. Porém no caso do Estágio não existe prazo mínimo, podendo o estagiário ser dispensado a qualquer momento sem aviso prévio.

Apenas o estágio não obrigatório é remunerado por lei, contudo sem o pagamento de direitos trabalhistas. O estagiário nessa condição recebe uma bolsa-auxílio e tem direito apenas aos 30 dias de férias anuais.

Por sua vez, o menor aprendiz recebe obrigatoriamente o valor da hora em fração proporcional ao salário-mínimo, além dos demais direitos trabalhistas.

Em relação aos benefícios as regras não são uniformes, de modo que apenas alguns são obrigatórios. Veja o quadro comparativo:

 

Comparando a quantidade de benefícios opcionais, fica nítida a ampla margem para a criação de um programa de incentivos a esses colaboradores.

Se cumprir rigorosamente as regras da CLT e da lei 11.788/2008 a empresa pode utilizar os regimes de estágio e menor aprendiz para atrair novos talentos, diversificar a equipe, receber vantagens e benefícios fiscais e contribuir com a comunidade em que está inserida, combinando benefícios atrativos e oportunidades de crescimento pessoal e profissional.

A CENTRALESTAGIO.COM é aliada de estudantes e empresas, fazendo a integração entre as partes e acompanhando a evolução do futuro profissional além de todo o apoio para os parceiros.

Se tiver dúvidas e quiser saber mais detalhes do Programa de Estágio, é só entrar em contato conosco.

Vale a pena contratar um estagiário?

Existem diferentes modelos de contratação, o mais utilizado e tradicional é contratar com registro em carteira, que popularmente chamamos de contratação CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). E pela CLT, podemos contratar por período integral, parcial, temporário, entre outros.

Existe também a opção de contratação através do programa de aprendizagem, mais conhecido como Jovem Aprendiz. Vale ressaltar, que ambos os modelos possuem vínculo empregatício, ainda que o programa de aprendizagem tenha valores diferenciados (já estamos preparando uma tabela para você entender melhor a diferença).

Outra forma de contratação, por sinal pouco divulgada e compreendida é o estágio, existente desde a década de 1940, quando na época foram sancionados projetos de Lei que já indicavam a regulamentação que só seria mais clara anos depois.

Com a recente atualização da Lei do Estágio em 2008 (Lei 11.788/2008), além de manter a facilidade para uma empresa poder contratar estagiários, outra novidade foi a liberação de profissionais liberais também poderem contratar através do Órgão do Conselho (por exemplo arquitetos, dentistas, médicos, engenheiros, psicólogos, entre outros, passaram a poder contratar sem a obrigatoriedade de ter um CNPJ).

São inúmeras as facilidades e vantagens de trabalhar com estagiários, o fato de não ter encargos sociais e trabalhistas, permitem que empresas que não têm condições de arcar com os custos de um funcionário registrado em carteira, iniciem a contratação através do estágio.

Em muitos casos o estagiário é registrado depois de um tempo, até porque ele acaba conhecendo o ambiente de trabalho, as pessoas, e já demonstrou seu potencial.

Em relação à empresa, o estagiário traz consigo uma visão externa. O aprendizado teórico desenvolvido na instituição de ensino contribui para a atuação prática no dia a dia.

Falando sobre a questão de horário, um estagiário pode fazer até seis horas por dia de estágio, além de poder fazer intervalo para almoço fora da jornada, desta forma passa para uma carga horária total de sete horas diárias, respeitando a hora de intervalo.

A facilidade na hora de contratar, ausência de burocracias desnecessárias, o fato de não ter vínculo empregatício, investimento em pessoal com custo acessível, são alguns dos fatores que têm auxiliado cada vez mais empresas a optarem pela contratação de um estagiário.

Outra vantagem são as diferentes área de atuação. Quando falamos de estágio para estudantes de ensino médio, que são considerados generalistas, eles podem atuar em diferentes funções como atendimento, vendas, administração, postagens em redes sociais, entre outros.

Já para estudantes de nível técnicos e superior, obrigatoriamente deverão existir atividades relacionadas ao que está aprendendo. Por exemplo, alguém da área administrativa não precisa estar focado apenas em processos administrativos, burocráticos, mexer com papelada etc. Para ser um bom administrador é necessário uma visão geral do negócio, que envolve áreas da administração, assim como logística, contabilidade, finanças, vendas, gestão de equipe.

Praticamente todas as empresas podem contar com um estagiário na equipe, mas para isso em alguns casos é necessário quebrar barreiras, conhecer outras formas de contratação além da CLT, inovar e estar disposto a formar aquele que pode ser o novo talento.

GESTOR DE PROJETOS: SUA EMPRESA PRECISA TER UM PROFISSIONAL COM ESTE PERFIL

Empresas que sobrevivem de forma sustentável sabem lidar com prazos apertados, clientes exigentes e um número crescente de demandas.

Para organizar toda a situação, é preciso ter um líder com pulso firme e alto senso de organização. Mas as grandes empresas já estão investindo no Gestor de Projetos, que é um profissional exclusivo para organizar todos os processos envolvidos nas demandas do dia a dia.

Mas não é qualquer profissional que tem as habilidades necessárias para ser um bom gestor de processos. É essencial que este profissional seja muito versátil, pois consegue trabalhar com os mais diferentes tipos de produtos e serviços.

Para tanto, ele tem que somar algumas características, como pensamento analítico, facilidade com números e planilhas, empatia, entre outros aspectos de um líder. Isto porque, este profissional é uma peça chave para as organizações que estão preocupadas em crescer de forma sustentável, sem sobrecarregar sua equipe ou perder a sua qualidade original.

O detalhe é que o Gestor de Projetos, que é o responsável por fazer o planejamento, controlar a execução e implantação, pode ser encontrado atuando em diferentes posições, como um funcionário, um gerente ou até mesmo um consultor independente.

Portanto, mãos à obra em busca deste perfil. E este profissional já pode estar fazendo parte de sua equipe. Talvez só esteja faltando um olhar mais atento para descobrir este talento.

A experiência de compras do consumidor

Um dos maiores desafios hoje para qualquer empreendedor é como vender mais, mantendo a qualidade e satisfação dos clientes, tudo isso com a enorme concorrência de lojas físicas e virtuais.

Entre fatores que podem influenciar um consumidor na hora da compra estão os fatores culturais, sociais, pessoais e psicológicos. Eles podem envolver desde o estágio em que uma pessoa está no seu ciclo de vida (um adolescente tem interesse em produtos diferentes de um adulto por exemplo), a influência de um familiar, indicação de um amigo e até a região onde você vive.

Mediante tudo isso, o consumidor gera uma expectativa sobre o produto ou serviço que ele está adquirindo, e partir daí avalia se a compra teve um resultado positivo ou não, se gerou algum valor para ele.

A satisfação ou a insatisfação são mais do que uma reação à verdadeira qualidade de desempenho de um produto ou serviço. Elas são influenciadas por expectativas anteriores quanto ao nível de qualidade, são crenças sobre o desempenho do produto com base na experiência anterior que tiveram com aquele produto, recomendações que receberam de outras pessoas e, mesmo, pelos argumentos utilizados na propaganda.

Outro fator que pode determinar a satisfação do consumidor e agora abordamos as lojas físicas, são o que os vendedores estão ofertando.

Quando o vendedor não consegue passar para o cliente tudo que ele poderá obter de valor ao adquirir um produto ou serviço, além de correr o risco de perder a venda, a tendência é ter um baixo resultado no final do mês e dificuldade em atingir metas. Quando ocorre o oposto, o vendedor vende um produto ou serviço e destaca demais tudo que o consumidor vai ter, ele coloca a avaliação e expectativa do cliente muito altas, e podem gerar frustração.

Para entender melhor sobre como seus clientes compram, recomendamos a leitura do livro: O comportamento do consumidor: comprando, possuindo e sendo, de Michael Solomon.

E bons negócios para você!