Como redes sociais podem afetar no processo seletivo

A princípio as redes sociais são sinônimo de diversão, é um lugar que podemos públicas fotos, compartilhar mensagens engraçadas,  ter notícias atualizadas  ou até mesmo expor nossas opiniões.  O que pouca gente sabe, é que as redes Sociais também é um espaço para recrutadores buscarem seus futuros funcionários,  por isso devemos estar sempre bem atentos com o que colocamos.

Se engana quem pensa que as redes sociais na são olhadas quando se inicia um processo seletivo.  Numa entrevista conhecemos uma pequena parte do candidato,  mas sabemos que apenas aquele momento não é tudo, por isso as redes sociais são usadas para descobrir aquela outra parte que falta do candidato.  Então é bom ter a consciência do que estamos postando na Internet e sempre dar aquela boa olhada antes de irmos para uma entrevista de uma empresa de grande nome.

Então quer dizer que devo parar de postar coisas do meu interesse na internet ? A resposta é não!  O que acontece é que a Internet é um espaço  público e por isso devemos ter cuidado com nosso nível de exposição, comentários preconceituoso, falar mal da empresa, falar mal do chefe ou falar mal dos produtos pode levar sim a demissão por justa causa dependendo dos valores que a empresa leva ou até mesmo te desclassificar das fases finais de um processo seletivo.

Por isso muitas vezes se recomenda a criação de dois perfis: um pessoal, que deve ser realizada bloqueado apenas para amigos e lá tendo o direito de postar o que desejar; o outro, profissional na qual você valoriza sua profissão e emprego,  posta coisas que intensifique seu currículo profissional,  como trabalhos voluntários,  palestras e dicas, tanto que o site LinkedIn é voltado para esse tipo de atuação.

GESTOR DE PROJETOS: SUA EMPRESA PRECISA TER UM PROFISSIONAL COM ESTE PERFIL

Empresas que sobrevivem de forma sustentável sabem lidar com prazos apertados, clientes exigentes e um número crescente de demandas.

Para organizar toda a situação, é preciso ter um líder com pulso firme e alto senso de organização. Mas as grandes empresas já estão investindo no Gestor de Projetos, que é um profissional exclusivo para organizar todos os processos envolvidos nas demandas do dia a dia.

Mas não é qualquer profissional que tem as habilidades necessárias para ser um bom gestor de processos. É essencial que este profissional seja muito versátil, pois consegue trabalhar com os mais diferentes tipos de produtos e serviços.

Para tanto, ele tem que somar algumas características, como pensamento analítico, facilidade com números e planilhas, empatia, entre outros aspectos de um líder. Isto porque, este profissional é uma peça chave para as organizações que estão preocupadas em crescer de forma sustentável, sem sobrecarregar sua equipe ou perder a sua qualidade original.

O detalhe é que o Gestor de Projetos, que é o responsável por fazer o planejamento, controlar a execução e implantação, pode ser encontrado atuando em diferentes posições, como um funcionário, um gerente ou até mesmo um consultor independente.

Portanto, mãos à obra em busca deste perfil. E este profissional já pode estar fazendo parte de sua equipe. Talvez só esteja faltando um olhar mais atento para descobrir este talento.

A experiência de compras do consumidor

Um dos maiores desafios hoje para qualquer empreendedor é como vender mais, mantendo a qualidade e satisfação dos clientes, tudo isso com a enorme concorrência de lojas físicas e virtuais.

Entre fatores que podem influenciar um consumidor na hora da compra estão os fatores culturais, sociais, pessoais e psicológicos. Eles podem envolver desde o estágio em que uma pessoa está no seu ciclo de vida (um adolescente tem interesse em produtos diferentes de um adulto por exemplo), a influência de um familiar, indicação de um amigo e até a região onde você vive.

Mediante tudo isso, o consumidor gera uma expectativa sobre o produto ou serviço que ele está adquirindo, e partir daí avalia se a compra teve um resultado positivo ou não, se gerou algum valor para ele.

A satisfação ou a insatisfação são mais do que uma reação à verdadeira qualidade de desempenho de um produto ou serviço. Elas são influenciadas por expectativas anteriores quanto ao nível de qualidade, são crenças sobre o desempenho do produto com base na experiência anterior que tiveram com aquele produto, recomendações que receberam de outras pessoas e, mesmo, pelos argumentos utilizados na propaganda.

Outro fator que pode determinar a satisfação do consumidor e agora abordamos as lojas físicas, são o que os vendedores estão ofertando.

Quando o vendedor não consegue passar para o cliente tudo que ele poderá obter de valor ao adquirir um produto ou serviço, além de correr o risco de perder a venda, a tendência é ter um baixo resultado no final do mês e dificuldade em atingir metas. Quando ocorre o oposto, o vendedor vende um produto ou serviço e destaca demais tudo que o consumidor vai ter, ele coloca a avaliação e expectativa do cliente muito altas, e podem gerar frustração.

Para entender melhor sobre como seus clientes compram, recomendamos a leitura do livro: O comportamento do consumidor: comprando, possuindo e sendo, de Michael Solomon.

E bons negócios para você!

IMPORTÂNCIA DA ORGANIZAÇÃO FINANCEIRA PESSOAL

Para crescer profissionalmente e ter tranquilidade no futuro, é preciso organizar as finanças pessoais. Isto porque, quem não faz um uso racional do dinheiro geralmente tende a se endividar e, como consequência, perde oportunidade na hora de conquistar alguns objetivos, como comprar um bem relevante, investir na própria formação ou fazer uma viagem, por exemplo.
Ter um orçamento equilibrado e recursos de sobra requer conhecimento sobre finanças, planejamento e disciplina. Esses são os três ingredientes essenciais para alcançar o que se busca sem ter que se endividar para isso.
Portanto, ter organização financeira pessoal é um requisito para uma vida saudável, sem o estresse que surge quando se tem dívidas em excesso e não se consegue pagar as contas, além de garantir um futuro tranquilo.
Além disso, o controle das finanças é uma condição para que a pessoa possa formar um patrimônio ao longo da vida.
Basta “profissionalizar” a gestão financeira pessoal, fazendo um levantamento da receita e despesas e criar um diagnóstico da situação. A partir daí é possível criar um orçamento para planejar o uso do dinheiro, o que facilita perceber quando algo saiu fora do previsto.
Mas veja bem, consumo e despesas não são investimento. O ideal é você dividir seu orçamento em três partes de forma que o dinheiro dê para todas elas, sendo: despesas, consumo e investimento.
Com boa organização é possível ter dinheiro para tudo, basta não gastar mais do que ganha. É muito prazeroso perceber que após pagar as despesas mensais e se dar ao luxo de alguns consumos supérfluos, ainda ter uma sobra para investir. Este investir pode ser a aquisição de um imóvel, aplicação em instituições financeiras, ou até mesmo um curso.
Tenha em mente que a organização financeira pessoal deve se manter no decorrer da vida e não em períodos específicos. Ou seja, ser uma pessoa bem sucedida financeiramente pressupõe que você tem o hábito de controlar seus gastos e sempre investir o excedente. Não tem como dar errado. Experimente!

TREINAR A EQUIPE É ESSENCIAL, MAS MEDIR O RESULTADO É OBRIGATÓRIO

Se você já se pegou pensando em como alavancar suas vendas, melhorar a qualidade do seu atendimento ou conseguir engajamento dos colaboradores, já deve ter cogitado em algum momento oferecer um treinamento para a equipe.

Equipes treinadas com certeza terão resultados mais expressivos do que equipes sem um direcionamento e capacitação. A primeira pergunta que vem é: Como fazer isso?

Contratar uma consultoria externa? A empresa tem RH específico para aplicar o treinamento? O líder que vai passar o treinamento? Presencial ou EAD?

Independente da quem irá aplicar, a primeira atitude a ser tomada e que pode economizar milhares de Reais (ou desperdiçar se não for bem feito), é o levantamento das necessidades.

Por que precisamos ter esse treinamento? O que se quer melhorar, corrigir ou aprimorar? Que resultados esperamos alcançar? Essas e outras perguntas vão nortear o conteúdo que o treinamento precisar ter.

Feito isso, cria-se o treinamento, ele é aplicado, parece que as coisas estão melhorando, e é aí que 87% das empresas, segundo pesquisa da PwC, não fazem o dever de casa, que é mensurar os resultados que o treinamento trouxe.

A primeira coisa que poderia ser feita é a aplicação de um teste para medir e avaliar o quanto do conteúdo foi assimilado. Outra ação simples é medir os resultados de quem participou do treinamento e comparar com quem ainda não fez.

Nos meses seguintes ao treinamento, as vendas aumentaram ? Foi impacto do treinamento? O que foi criado ou modificado na empresa após o treinamento?

Sem acompanhamento dos resultados e sem que consigamos enxergar o resultado prático, já podemos dizer que surtiu muito pouco efeito e poderia ter sido melhor aproveitado.

Por isso, antes do próximo treinamento, pense também em como medir efetivamente as ações que ele trará.