A RETOMADA DA ECONOMIA E A ALTA EM INVESTIMENTOS NO PAÍS

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O Brasil vem aos poucos recuperando a economia e apresentando, ainda que baixos, sinais de melhora.

Como podemos ver em notícias recentes de portais como G1 do grupo Globo, e UOL, tivemos um crescimento no PIB no 1º trimestre. Além disso, outros fatores como 10 em cada 13 setores da indústria já terem retomado níveis iguais ou até melhores aos registrados antes da pandemia, reforçam essa ideia.

Um dos fatores que contribuíram para a alta do PIB e retomada da economia foram os investimentos. Houve um aumento de 17% nos investimentos no comparativo com o mesmo período de 2020. São empresas que investiram em novos projetos, infraestrutura, compra de máquinas e ampliação de produção. Vale lembrar que entre os componentes do PIB, esse foi o item que mais cresceu.

Se de um lado, vemos por parte das empresas certo otimismo e os números mostram isso, do outro lado da ponta, conforme notícia do portal CNN Brasil, o endividamento das famílias bateu novo recorde. Dados divulgados pelo Banco Central apontam que, em abril, a taxa de endividamento chegou a 58,5%. Este é o maior porcentual da série histórica, iniciada em janeiro de 2005. O cálculo leva em conta o total das dívidas bancárias dividido pela renda das famílias no período de 12 meses.

Para muitas empresas, existe a possibilidade de exportar seus produtos ou serviços, e tal fato pode justificar um investimento mais alto e até o crescimento, já que a venda em dólar e a baixa da nossa moeda, trazem maior rentabilidade e lucro, porém, como vimos, existe um risco para as famílias brasileiras de uma forma geral, e novas linhas de crédito, refinanciamento e parcelamento de dívidas são necessários para não gerar um impacto e até impedir o crescimento e a retomada ainda maior da economia em nosso país.